PF ouve presidente de empresa acusada de oferecer propina para fraudar licitação em hospital no Rio

Polícia abriu quatro inquéritos para investigar denúncias contra empresas

23 Março 2012 | 14h20

São Paulo, 23 - A Polícia Federal (PF) ouviu nesta manhã (23) o presidente da Toesa, Davi Gomes, e o gerente Cassiano Lima, acusados de oferecer propina para fraudar licitações públicas em hospital do Rio. Na parte da tarde estão sendo aguardadas sete pessoas para prestar esclarecimentos e na segunda-feira mais três pessoas que não compareceram ontem para depor.

A PF abriu quatro inquéritos para investigar as denúncias contra as empresas Locanty Soluções, Rufollo Serviços Técnicos e Construções, Toesa e Bella Vista. O teor dos depoimentos não foi divulgado nem a identidade dos intimados.

O Ministério Público Estadual já investiga contratos das empresas denunciadas e há mais de um caso tramitando na Justiça.

Na quinta-feira, pareceram na PF para prestar depoimento a gerente da Rufolo, Renata Cavas e o sócio-diretor da Locanty, João Barreto. que aparecem nas imagens da reportagem oferecendo propina ao repórter. Na quarta-feira, o presidente da Bella Vista, Adolfo Maia. As informações são da Agência Brasil.

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