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PF quer centralizar investigação sobre assassino de taxistas

A Polícia Federal poderá centralizar as investigações sobre os crimes em série que teriam sido praticados pelo ex-motorista de ônibus Anestor Bezerra de Lima, de 30 anos. A Polícia Civil de Mato Grosso pediu a colaboração da PF nas investigações em São Paulo, Minas Gerais, Rondônia e Mato Grosso.Anestor confessou informalmente a policiais que teria informações para repassar à PF sobre tráfico de drogas no País. Um delegado de Mato Grosso será designado nos próximos dias para ouvi-lo e confirmar ou não as possíveis acusações.Em ofício, o delegado de Colniza (MT) - onde Bezerra de Lima foi preso sexta-feira - Cristian Alessandro Cabral, pede que a PF centralize as investigações para esclarecer os crimes cometidos por Bezerra de Lima.A lista de crimes atribuídos a Bezerra de Lima aumentou para nove com a localização, ontem, em Porto Velho (RO), do corpo do taxista Alonso Eugênio de Melo. A polícia de RO não descarta a participação de Anestor no crime.O motorista de ônibus está isolado em uma cela no presídio de segurança máxima Pascoal Ramos e deve permanecer lá até que a Justiça defina sua transferência para outro Estado.A pistola 765 apreendida com ele passará por um exame de balística que identificará se os projéteis encontrados nos corpos dos taxistas mortos em Minas, São Paulo e Rondônia saíram da arma.

Agencia Estado,

15 de setembro de 2004 | 17h47

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