Pichações anti-Bush darão trabalho às subprefeituras de SP

Em meio às manifestações anti-Bush uma ação promete dar trabalho às subprefeituras da capital paulista: as pichações. São várias delas pelas ruas e avenidas de São Paulo, que em sua maioria criticam a visitação do presidente norte-americano, George W. Bush, com os dizeres "Fora Bush".A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras da Capital informou à Agência Estado que a limpeza da pichação em casas ou edifícios privados é de responsabilidade do próprio inquilino. As subprefeituras cuidam apenas de muros em áreas públicas. Há um programa oferecido pela Prefeitura que realiza as pinturas de forma rápida, por meio de caminhões.No entanto, a Prefeitura diz não ter tido qualquer orientação específica para limpar as pichações anti-Bush, para que ele não as veja. As pichações, assim como as manifestações populares anti-Bush, de fato não deverão ser presenciadas pelo presidente norte-americano. O esquema de segurança montado é um dos maiores da história no País, com ruas e avenidas bloqueadas e cerca de 5 mil homens para garantir que Bush não seja incomodado.CustosSegundo a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, cada subprefeitura contrata o serviço anti-pichação pelo tempo que quiser. Atualmente, no total das 31 subprefeituras, 20 delas tem contrato com o serviço anti-pichação. A soma de todos os contratos, segundo a é de R$ 687,519 mil. Só no ano passado 1,068 milhão de metros quadrados de área em muros receberam uma nova pintura com o serviço. Em 2007, até 5 de março, 417,447 mil metros quadrados de área em muros já receberam o serviço.

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