Pires discute com Anac e Infraero situação de Congonhas

O ministro da Defesa, Waldir Pires, está reunido na tarde desta terça-feira, 6, com a diretora da Agência Nacional da Aviação Civil(Anac), Denise Abreu, e o presidente da Infraero, brigadeiro José Carlos pereira, discutindo a forma jurídica mais adequada para contestar a decisão da Justiça Federal que proibiu, a partir de quinta-feira, pousos e decolagens no Aeroporto de Congonhas de aviões modelos Fokker 100, Boeing 737-700 e 737-800. A idéia inicial da Anac e Infraero era entrar com ação conjunta e com as empresas aéreas. No governo a decisão da justiça causa preocupação por duas razões: Congonhas é um ponto de concentração e distribuição e por causa da proximidade do carnaval, quando a demanda aumenta. Para a Anac e a Infraero, a decisão prejudicará os passageiros. Com a restrição em Congonhas, os vôos deverão ser transferidos para o Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, e Viracopos, em Campinas. Segundo a diretora da Anac, Denise Abreu, no entanto, "Guarulhos não tem possibilidade técnica de absorver mais do que 20% dos vôos de Congonhas". "Os passageiros que já compraram suas passagens, inclusive para o carnaval, serão afetados assim como as empresas também foram atingidas", explicou Denise. A Ocean Air, a Gol e a TAM estão entre as companhias que serão obrigadas a alterar parte de suas operações.

Agencia Estado,

06 Fevereiro 2007 | 17h39

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