Pistolas 380 são pistas para morte de coronel da PM

Todas as armas desse tipo que forem encontradas na zona norte serão encaminhadas ao DHPP

Camilla Haddad, do Jornal da Tarde,

22 de janeiro de 2008 | 14h38

Todas as pistolas 380 que forem apreendidas na zona norte da capital serão encaminhadas para o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), para a investigação do assassinato do coronel da PM José Hermínio Rodrigues, de 48 anos, morto última na quarta-feira, 16, quando andava de bicicleta na região do Mandaqui, região norte de São Paulo. Segundo o delegado-divisionário Marcos Carneiro de Lima, esse tipo de pistola foi usada na execução do oficial.  Veja também:Polícia tem três linhas de investigação sobre a morte de PM "Vai dar trabalho, mas vamos centralizar essas armas aqui para investigar quem é o verdadeiro dono", afirmou Lima. De acordo como o divisionário, desde a morte do coronel, três armas foram apreendidas na região. Também estão sendo investigadas as armas do mesmo tipo usadas na chacina que deixou sete mortos na Zona Norte, um dia após a execução do coronel. A principal linha de investigação é a hipótese de Rodrigues ter sido alvo de vingança por parte de um colega PM.  A polícia ouviu o depoimento de familiares do oficial na segunda-feira, 21, que não tiveram o grau de parentesco revelado. Segundo o delegado, nenhum deles mencionou que Rodrigues tivesse recebido ameaças. Descrito pelos colegas de turma na Academia da PM e pelo comandante-geral coronel Roberto Antônio Diniz como "um excelente oficial, rígido e disciplinador", Hermínio ocupava há um ano o Comando de Policiamento de Área Metropolitana 3 (CPA-M3), responsável pelo patrulhamento da zona norte da capital.

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