''Plano B'' para vice de Serra agrada todas as alas do PP

Quando os tucanos mais próximos do ex-governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), lançaram o nome do presidente nacional do PP, senador Francisco Dornelles (RJ), para vice do provável candidato tucano à Presidência, José Serra, não imaginaram que, dois meses depois, até expoentes da ala dilmista do PP torcessem por esse desfecho.

, O Estado de S.Paulo

16 de maio de 2010 | 00h00

A candidata petista a presidente, Dilma Rousseff, perdeu terreno no partido aliado que comanda o Ministério das Cidades e o nome de Dornelles ganhou força real para compor a chapa adversária.

O objetivo do anúncio do presidente do PP como perfil ideal para encarnar o "plano B" dos tucanos teve o objetivo imediato de reduzir a pressão sobre Aécio para compor a chapa puro-sangue com Serra. Passados 60 dias, no entanto, o PP está rachado em três e a presidenciável petista tem apenas uma parte do apoio da legenda.

Dirigentes do PP avaliam que, ao final, o que vai ditar a direção do partido será a expectativa de poder que cada candidatura presidencial representar no fim de junho. Mas, por hora, a ideia de ter Dornelles na vice da chapa tucana não desagrada ninguém. Ao contrário, anima os pepistas.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.