Plano era matar também o filho de Eliza Samudio, afirma delegado

Motivo pelo qual bebê teria sido poupado não foi revelado; para polícia, Bruno presenciou crime

estadão.com.br

08 de julho de 2010 | 18h01

SÃO PAULO - O delegado-geral do Departamento de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DIHPP) de Minas Gerais, Edson Moreira, afirmou nesta quinta-feira, 8, durante entrevista coletiva que os envolvidos no desaparecimento de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro do Flamengo Bruno de Sousa, pretendiam matar também o filho dela, um bebê de quatro meses.

 

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A criança também teria sido levada para uma casa na cidade de Vespasiano, na região Metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais, onde a polícia acredita que Eliza tenha sido assassinada. O motivo pelo qual a criança teria sido poupada não foi informado.

 

Eliza está desaparecida desde o início de junho. Ela e Bruno mantiveram um relacionamento extraconjugal. Ela tentava provar na Justiça que Bruno é pai de seu filho de quatro meses.

 

Um adolescente de 17 anos, primo do Bruno, foi detido na terça-feira, 6, na casa do atleta no Recreio dos Bandeirantes, no Rio. O garoto confessou ter participado do sequestro de Eliza na noite do dia 4 de junho, na saída de um hotel na Barra da Tijuca, e afirmou que Eliza foi morta por estrangulamento.

 

Bruno e o amigo dele Luiz Henrique Ferreira Romão, conhecido como Macarrão, se entregaram no fim da noite de quarta-feira, 7, no Rio. Hoje, eles foram transferidos ara o presídio Bangu 2, no Complexo Penitenciário de Gericinó, zona oeste da capital fluminense.

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