Plano pretende reduzir roubos

O Sindicato da Habitação (Secovi) de São Paulo e as polícias Civil e Militar se reuniram na semana passada para elaborar e discutir um plano capaz de minimizar os arrastões em condomínios na capital. "Houve uma série de sugestões e propostas que devem ser aprovadas pelo secretário de Segurança (Antonio Ferreira Pinto)", disse Hubert Gebara, vice-presidente da Administração Imobiliária e Condomínios do Sindicato. Segundo Gebara, foram 14 ataques desde janeiro. Ele espera que até setembro as quadrilhas parem de agir. "Estamos traçando um plano de metas. Pela primeira vez nos últimos anos, a Segurança Pública tem vontade de combater os assaltos a condomínios." Para ele, os porteiros precisam entender que é hora de permanecer em "estado de alerta" e deixar de ter "boa fé" e abrir portões para qualquer um. O presidente da Associação Brasileira de Condomínios, Síndicos e Empresas Afins (Abracond), Alfredo Mimessi, diz que os síndicos são responsáveis pela educação dos funcionários. "Há muita reclamação sobre a conduta dos síndicos." Mimessi conta que muitos prédios de alto padrão contratam uma renomada empresa de segurança, mas não fazem manutenção de câmeras e cercas elétricas. Para Paulo Roberto de Sá, diretor do Grupo GR, responsável pela proteção de quase 900 prédios no Brasil, a guarita é o ponto mais frágil porque é o elo entre o mundo e os apartamentos. "Se a guarita ?cair?, o condomínio pode ser facilmente invadido."

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