Plínio bancou mais da metade do valor gasto pelo PSOL

O candidato à presidência da República pelo PSOL, Plínio de Arruda Sampaio, bancou 52,7% da própria campanha, de acordo com a prestação de contas entregue ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). De uma receita total de R$ 99.245, Plínio doou R$ 52.265 - o que inclui o valor estimado de R$ 22 mil pelo uso de seu automóvel particular na campanha, computados como uma espécie de empréstimo.

Flávia Tavares, O Estado de S.Paulo

03 Novembro 2010 | 00h00

Completam o montante valores relativos à prestação de serviço de militantes e pessoas jurídicas. É o caso de uma empresa de informática, que cuidou da parte de tecnologia da campanha e doou serviços estimados em R$ 20 mil. Há, ainda, doações de pessoas físicas, pela internet ou não. Entre os nomes está o do jurista Fábio Konder Comparato, que deu R$ 200. Os demais colaboraram com quantias que variaram de R$ 10 a R$ 1 mil.

No início da disputa eleitoral, Plínio sofreu críticas por pregar ideias socialistas, como o limite de tamanho de propriedades rurais, mas, ao mesmo tempo, declarar ao TSE um patrimônio de R$ 2.147.104,06, que inclui investimentos no exterior.

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