Plínio diz que País não precisa do Senado

O candidato do PSOL à Presidência, Plínio de Arruda Sampaio, causou constrangimento ontem ao criticar o senador e acadêmico José Sarney (PMDB-AP) na própria Academia Brasileira de Letras (ABL) e afirmar que senadores não têm utilidade.

Wilson Tosta e Luciana Nunes Leal / Rio, O Estado de S.Paulo

13 de agosto de 2010 | 00h00

"Com todo o respeito aos senadores, não servem para nada. A não ser manter as oligarquias, tipo Sarney", disse. O Fórum Especial foi promovido pelo Instituto Nacional de Altos Estudos, do ex-ministro João Paulo dos Reis Vellosso. No evento, esvaziado pelas ausências de Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), Plínio manteve o discurso de crítica à desigualdade social.

A presidenciável do PV, Marina Silva, falou da possibilidade de um "Armagedon ambiental" - a elevação da temperatura da Terra em 2 graus, o que inviabilizaria a vida - e reclamou que seu projeto de lei de acesso aos recursos da biodiversidade, apresentado em 1995, ainda não foi aprovado. Representante de Dilma, o vice Michel Temer fez uma análise das Constituições brasileiras. Serra não foi nem mandou representante.

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