PM do Rio diz que não realizava operação onde criança morreu

Moradores da região afirmam que tiroteio envolvia policiais militares e alguns suspeitos no morro

Ricardo Valota, do estadao.com.br,

14 de março de 2010 | 12h56

Um tiroteio, supostamente entre traficantes, causou a morte do menino Paulo Gustavo de Oliveira Barros, de 12 anos, por volta das 22 horas de sábado, 13, no Morro do Chapadão, na zona norte do Rio. Atingida por uma bala perdida, a criança ainda foi encaminhada por testemunhas para o Hospital Carlos Chagas, em Marechal Hermes, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

 

O setor de Comunicação Social da Polícia Militar afirma que não dispõe de informações sobre o ocorrido, pois policiais militares do 9º Batalhão não estariam em operação na região. Já alguns moradores teriam afirmado que o tiro que atingiu Paulo Gustavo teria partido de um tiroteio envolvendo policiais militares e alguns suspeitos no morro.

 

O caso foi encaminhado para a 39ª Delegacia, da Pavuna, que solicitou o andamento do inquérito para a Divisão de Homicídios, que vai apurar a morte do menino. Nenhuma arma ou droga foi encaminhada para a polícia. Até as 12 horas deste domingo, 14, o corpo da criança ainda estava no Instituto Médico Legal (IML) e não havia previsão de liberação.

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