PM é morto com mais de 30 tiros de fuzis

A facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) pode estar envolvida no assassinato do soldado da PM Carlos da Silva Cardoso, de 31 anos, morto com mais de 30 tiros disparados por quatro homens armados com fuzis de calibre 556. O policial também trabalhava como segurança em uma panificadora. Na noite de domingo, por volta das 22h30, quando saía da padaria foi cercado pelos criminosos que desceram de um furgão Fiat Fiorino branco. Casado, pai de um casal de filhos e há 12 anos na Polícia Militar, Cardoso morava próximo ao local onde foi morto. Segundo testemunhas, era conhecido como uma pessoa intransigente com ladrões, o que teria despertado a ira de marginais da favela Beira-Rio, que fica nas proximidades. Esses delinqüentes seriam integrantes do PCC e o teriam jurado de morte, conforme as testemunhas. O carro utilizado pelos criminosos tanto para chegar ao local do crime, quanto para fugir foi abandonado a dois quarteirões de onde o policial foi morto. O policial teria tentado sacar a própria arma, mas não teve tempo. Pelo menos um dos irmãos da vítima também é policial militar e moradores das proximidades acreditam que haverá retaliação. Foram apreendidas pela polícia no local 35 cápsulas de calibre 556, de uso exclusivo das Forças Armadas.

Agencia Estado,

01 Maio 2006 | 09h53

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