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PM reforça segurança e anuncia base

Ronda será feita por Força Tática, Rota e motos, segundo entidade local

Fernanda Aranda e Vitor Hugo Brandalise, O Estadao de S.Paulo

01 de setembro de 2009 | 00h00

Depois da onda de assaltos que trouxe medo para os moradores dos Jardins, a Polícia Militar informou que foi determinado o reforço na segurança da região. O policiamento, feito com viaturas e motos, será ampliado e o compromisso com os moradores é de que a base móvel volte a ser instalada no local até o fim da semana. "Fomos informados hoje (ontem) que viaturas da Força Tática e da Rota e três equipes de motocicletas foram escaladas para fazer o monitoramento da nossa região e até quarta-feira teremos de volta a base móvel da PM, retirada por causa de reformas na praça", informou o presidente da Associação Ame Jardins, João Carlos Maradei.Essas reivindicações já haviam sido levadas à cúpula da Secretaria da Segurança Pública (SSP), no dia 19 deste mês, quando uma reunião entre a Associação, o secretário da Segurança, Antônio Ferreira Pinto, e o comandante da Polícia Militar, Álvaro Batista Camilo, foi realizada. "Por uma infeliz coincidência, a onda de assaltos às residências começou exatamente no dia seguinte", ressalta João Carlos Maradei.De acordo com o Conselho de Segurança Comunitária (Conseg) Jardins e Paulista, o reforço policial e a melhora da iluminação são duas exigências da comunidade local, mas não as únicas necessidades para melhorar a questão da segurança. "Sabemos que um policial em cada esquina é impossível e reconhecemos o trabalho que é feito por eles. Por isso, acreditamos que as residências deveriam investir mais no sistema de vigilância por câmeras e na integração de informações entre os vizinhos, como já acontece entre alguns edifícios", afirmou a presidente do Conseg, Maria Thereza Cabral. Segundo ela, alguns prédios já conseguem acionar o sistema privado de segurança quando percebem movimentação estranha em outro edifício, mesmo que não seja do mesmo condomínio - investimento ainda pouco visto nas casas. "Investir na capacitação dos profissionais, seguir um comportamento preventivo aos crimes - como, por exemplo, não deixar o portão aberto para descarregar o carro - e apostar na segurança compartilhada são as três peças-chave para dificultar assaltos patrimoniais", completa Francisco Machado Sobrinho, vice-presidente do sindicato dos empregados em edifícios. O alerta do diretor da Associação Brasileira de Profissionais de Segurança, Hugo Tiasaka, é que com o advento da internet o "golpe da entrega" ganhou força e coleção de vítimas. "Isso vale para qualquer região. É preciso desconfiar de tudo, exigir protocolos de serviço e evitar qualquer tipo de entrega anônima.

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