PMs entram em greve e tomam a Assembleia Legislativa do Maranhão

SÃO PAULO - Após a categoria decretar, na noite de quarta-feira, 23, greve por tempo indeterminado, centenas de policiais militares e bombeiros decidiram tomar a Assembleia Legislativa do Maranhão e prometem deixar o local somente quando a governadora Roseana Sarney fizer um acordo com o movimento grevista e deixar claro que irá aceitar as reivindicações dos policiais.

estadão.com.br,

24 Novembro 2011 | 04h51

 

São cerca de 7,5 mil militares em todo o estado. Eles querem aumento salarial de 30%, porcentual referente a perdas dos últimos três anos. Entre outros itens na lista de reivindicações estão: modificações de critérios de promoção e reorganização do quadro de oficiais, implementação de jornada de trabalho de 44 horas semanais e eleição do Comandante Geral da Polícia Militar.

 

A Força Nacional deve fazer o policiamento ostensivo no estado durante a paralisação da PM. Nesta manhã, por volta das 9 horas, os grevistas esperam conversar com os deputados da base do governo na casa parlamentar para iniciar o processo de negociação.

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