Polícia ainda não tem pistas sobre desaparecimento de psicóloga no Rio

Câmeras de segurança flagraram Karen entrando no prédio onde mora, mas não registraram a saída; família acredita em adulteração das imagens

Pedro Dantas, de O Estado de S. Paulo,

03 de janeiro de 2011 | 12h14

RIO - A Polícia Civil do Rio ainda não tem pistas sobre o paradeiro da psicóloga Karen Tannhauser, de 37 anos, desaparecida desde a tarde do dia 31. Moradora do Jardim Botânico, na zona sul do Rio, Karen foi flagrada por câmeras de segurança entrando sozinha no prédio onde mora às 14h06 daquele dia.

 

Até agora não foram encontradas imagens com registros de sua eventual saída. Na noite deste domingo, 2, parentes viram novamente as gravações. "Acreditamos em alguma falha ou adulteração porque em determinado momento a imagem fica muito tremida", disse Sônia Tannhauser, de 63 anos, mãe de Karen. A delegada titular da 15.ª DP (Gávea), Bárbara Lomba, está no prédio do Jardim Botânico com policiais em busca de pistas.

 

Karen sumiu após ter comprado uma roupa para usar no réveillon com a mãe e de ter almoçado com o namorado. Hoje, o pai dela, o dentista Roberto Tannhauser, foi ouvido por policiais na delegacia. Após percorrer hospitais e o Instituto Médio Legal (IML), parentes prestaram queixa do desaparecimento no dia 2.

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