Polícia apura causa da queda de helicóptero

A Polícia Civil de Itupeva, a 73 quilômetros de São Paulo, apura a causa do acidente que provocou a morte do empresário do setor náutico Gilberto Botelho de Almeida Ramalho, de 66 anos, e deixou outras cinco pessoas feridas na tarde de anteontem. Até as 20 horas de ontem, a polícia não havia divulgado linhas de investigações para identificar a falha - mecânica ou humana - que levou o helicóptero Agusta A-109 à queda na Fazenda Barreiro, de Ramalho.O empresário era dono da Intermarine - estaleiro, instalado em Osasco, líder do mercado de lanchas de alta performance. Fundada em 1973, a Intermarine fabricou mais de 5 mil embarcações. Empregados foram orientados a não falar. "A família tem uma postura muito discreta", disse um funcionário que não quis se identificar. O acidente ocorreu por volta das 17 horas de anteontem. O helicóptero, que vinha de Paraty, no Rio, pegou fogo antes de aterrissar, a 20 metros do chão. A polícia informou que não houve explosão. Ramalho ficou preso nas ferragens.No helicóptero estavam a mulher do empresário, Mariza Ramalho, uma filha, Roberta, de 15 anos, e sua amiga Bruna Antibero, de 16, além do piloto Mauro da Silva e do copiloto Chao Feng Junior. Mariza, Silva e Feng estão internados no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, mas não foi permitido divulgar boletins. O hospital de Itupeva divulgou que o piloto sofreu queimaduras no braço direito e que o copiloto não tinha ferimentos externos. COLABOROU WILLIAM GLAUBER

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