Polícia busca provas técnicas no caso Staheli

Depois que o único suspeito de matar o casal norte-americano Todd e Michelle Staheli, Jossiel Conceição dos Santos, voltou atrás e negou que tenha cometido o crime, a polícia do Rio aposta nas provas técnicas para solucionar o caso. Os exames de DNA dos objetos apreendidos com Santos ? que, se derem positivo na comparação com o código genético de Todd e Michelle, poderão ser as provas necessárias para incriminá-lo ?, serão feitos num laboratório de DNA particular, para que os resultados saiam mais rapidamente.Coordenado por Rodrigo Moura Neto, professor de genética da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e consultor da polícia, o laboratório Genealógica foi o escolhido para analisar a bermuda que o caseiro disse ter usado no dia do assassinato, segundo informou hoje que o diretor do Instituto Médico Legal (IML), Roger Ancillotti. O luminol detectou na bermuda duas manchas que devem ser de sangue. O resultado da análise deverá sair esta semana.?A polícia resolveu pagar para fazer os exames porque, para usar o laboratório da Uerj, seria preciso a autorização da Justiça. Pagamos para agilizar?, disse Ancillotti. O preço, segundo ele, é de R$ 150 por amostra analisada.O pé-de-cabra que teria sido usado pelo assassino para golpear Todd e Michelle também passará por exames. A instrumento será raspado para que se verifique se há resquícios de material químico e biológico. Se ficar constatado que existe possibilidade de se extrair amostra de DNA, o material também será mandado para o laboratório.

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