Polícia Civil do Paraná faz paralisação contra más condições de trabalho

Segundo levantamento do Sindicato de Classes Policiais Civis do Paraná, houve adesão de 70% dos funcionários; estopim do protesto foi a morte de um agente carcerário em delegacia

Julio Cesar Lima, Especial para O Estado

13 Maio 2014 | 20h07

CURITIBA - Os policiais civis do Paraná devem se reunir na tarde desta quarta-feira, 14, para decidir se mantêm a paralisação iniciada à 0h desta terça-feira. Segundo levantamento do Sindicato de Classes Policiais Civis do Paraná (Sinclapol), houve adesão de 70% dos funcionários.

O protesto foi motivado pela manutenção de presos nos distritos policiais do Paraná, além das más condições de trabalhos que impedem as investigações.

O estopim do protesto foi uma rebelião de presos na Delegacia de Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, onde havia 92 detentos em espaço para 24; e que resultou na morte de um agente de cadeia. Os agentes carcerários devem realizar assembleia e a categoria também pode parar.

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