UGEIRM/Sindicato
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Polícia Civil do RS entra em greve pelo segundo mês consecutivo

Durante a paralisação, apenas 30% dos serviços serão mantidos; casos de urgência e emergência serão atendidos

Luciano Nagel, especial para O Estado

06 Novembro 2017 | 10h53

PORTO ALEGRE - A partir desta segunda-feira, 6, agentes da Polícia Civil do Rio Grande do Sul entrarão em greve devido ao atraso no pagamento dos salários.

As informações são do Sindicato dos Escrivães, Inspetores e Investigadores de Polícia do Rio Grande do Sul (UGEIRM-Sindicato),  que decidiu aderir à paralisação após assembleia com a categoria realizada no dia 1º de novembro em Porto Alegre. 

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Este será o segundo mês consecutivo de protestos de policiais civis, insatisfeitos com os atrasos dos pagamentos. Em outubro, a greve durou oito dias.

De acordo com o sindicato que representa a categoria, apenas 30% dos serviços serão mantidos. Segundo o presidente do UGEIRM-Sindicato, Isaac Ortiz, casos de urgência e emergência serão atendidos. 

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Durante a paralisação não serão realizadas, no entanto, diligências como mandados de busca e apreensão, mandados de prisão, operações policiais, serviço de cartório, entrega de intimações, oitivas e remessas. "O principal objetivo da nossa greve é denunciar a falta de segurança do povo gaúcho", explicou o presidente Isaac Ortiz.

As Delegacias de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) atenderão apenas episódios em flagrantes e casos graves como latrocínios, homicídios, estupros, ocorrências envolvendo crianças, adolescentes e idosos e Lei Maria da Penha.

 

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