Polícia continua sem pistas sobre morte de universitária

No caminho entre a rodoviária e a sua casa, vítima entrou ou foi levada a força para dentro de um carro; corpo foi encontrado há 17km do local, com ferimentos no crânio

Pedro Dantas, O Estado de S. Paulo

03 Novembro 2010 | 12h43

RIO - A polícia do Rio de Janeiro ainda permanece sem pistas sobre a identidade dos assassinos da universitária Jéssica Philipp Giusti, de 21 anos, morta no dia 18 de outubro, na cidade de Três Rios, centro sul fluminense. As câmeras de segurança não revelaram a placa do carro que interceptou a estudante no caminho entre a rodoviária e a casa da vítima.

Como um celular e cerca de R$ 150 da jovem sumiram, a 108ª Delegacia de Polícia de Três Rios ainda investiga o caso como um latrocínio, mas nenhuma hipótese está descartada. Novas diligências estão marcadas para esta semana. Nascida e criada em Piracicaba, Jéssica estudava Direito há um ano na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro de Três Rios. Após passar o final de semana com os pais, ela chegou a Três Rios na manhã do dia 18.

A universitária morava a dois quarteirões do Terminal Rodoviário Arsonval Macedo, mas no caminho entrou ou foi levada a força para dentro de um carro. O corpo dela foi encontrado em um matagal com vários ferimentos no crânio, a 17 quilômetros da rodoviária, próximo da Rodovia BR-040. De acordo com as primeiras informações da perícia, não houve violência sexual ou sinais de luta.

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