Polícia de MG pede prisão preventiva de suspeito de ter estrangulado Eliza

Advogado do Flamengo, Michel Assef Filho, que fazia a defesa do goleiro Bruno deixou o caso nesta manhã; quem assume é advogado de Macarrão e da mulher do atleta

estadão.com.br

08 de julho de 2010 | 11h13

A Polícia de Minas Gerais pediu na manhã desta quinta-feira, 8, a prisão preventiva do policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, Paulista ou Neném, apontado como o homem que estrangulou Eliza Samudio, depois de uma semana de cárcere.

 

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especialCronologia do caso

 

O goleiro do Flamengo Bruno Fernandes Souza e o amigo dele, Luiz Henrique Ferreira Romão, conhecido como Macarrão, passaram a noite em celas improvisadas e separadas no Rio de Janeiro.

 

Os dois se entregaram nesta quarta-feira, 7, após terem a prisão decretada pela Justiça. Junto com um adolescente de 17 anos, primo de Bruno, eles foram indiciados pelo sequestro da ex-amante do atleta Eliza Samudio, de 25 anos, que dizia ter tido um filho com o jogador. Na terça-feira, o adolescente afirmou que a vítima foi sequestrada no Rio e morta em Contagem (MG).

 

ADVOGADO

 

O advogado do Flamengo, Michel Assef Filho, afirmou na manhã de hoje que não defende mais o goleiro Bruno, já que o clube decidiu pela suspensão do contrato do goleiro. Ele afirmou que só estava no caso porque Bruno "era um patrimônio do clube e um dos atletas mais caros do Flamengo".

 

Ainda segundo o advogado, ele não entrou com pedido de habeas corpus para o goleiro. Assef também informou que quem assume a defesa do goleiro é o advogado Ércio Quaresma, de Minas Gerais, que já defende a mulher de Bruno e o amigo do goleiro conhecido como Macarrão.

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