Polícia do Rio tenta esclarecer assassinato de engenheiro

Os esforços da Polícia do Rio se voltaram para o esclarecimento do assassinato do engenheiro Leonardo Tramm Drumond, de 38 anos, na noite de segunda-feira, 28. Ele foi morto com dois tiros pelas costas, um deles na cabeça, a 50 metros do escritório da empresa de engenharia onde o pai dele é sócio majoritário, no Centro do Rio. Drumond exercia o cargo de diretor. O delegado Marcus Drucker, que chefia a investigação, passou o dia interrogando funcionários do escritório e familiares, nesta quarta-feira, 30. A polícia levanta também informações sobre uma disputa judicial entre o pai de Drumond e sócios minoritários na tentativa de saber se há relação com o crime, que tem características de execução. "Ainda é cedo para saber. O processo parece ter mais de 6 anos e o envolvido é o pai, não o filho", disse Drucker. Nenhum objeto de valor foi roubado da vítima, apenas documentos. Os policiais também analisam fitas de vídeo do circuito de TV da segurança de prédios próximos na tentativa de identificar o assassino. Testemunhas teriam visto o autor dos disparos rondando o local à espera de Drumond.

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