Arquivo pessoal/Divulgação
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Polícia encerra investigação e indicia padrasto de Joaquim

Guilherme Raymo Longo é acusado de homicídio triplamente qualificado

Renê Moreira, Especial para o Estado

19 Dezembro 2013 | 18h02

FRANCA- Guilherme Raymo Longo, de 28 anos, agora é oficialmente considerado pela Polícia Civil de Ribeirão Preto como sendo o responsável pela morte do menino Joaquim. Ele foi ouvido na tarde desta quinta-feira, 19, na Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e de lá saiu indiciado por homicídio triplamente qualificado.

Já a mãe do garoto, a psicóloga Natália Mingoni Ponte, de 29 anos, foi inocentada de qualquer participação na morte e sumiço do filho.

Investigação. Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, desapareceu de sua casa em Ribeirão Preto no dia 5 de novembro e seu corpo foi localizado no Rio Pardo, em Barretos, cinco dias depois. A Polícia Civil trabalhava com a hipótese de que a criança, que fazia tratamento contra diabetes, tivesse sido morta com uma dose exagerada de insulina.

A falta de provas tem sido a maior dificuldade para elucidar a morte de Joaquim. Exames realizados no corpo do menino não detectaram excesso de insulina, mas policiais alegam que isso já era esperado porque o hormônio desaparece pouco tempo após ser aplicado.

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