Polícia Federal prende três líderes de tráfico internacional

Batizada de Águas Profundas, operação tem 10 mandados de prisão preventiva, 28 de condução coercitiva e 47 de busca e apreensão

Marília Assunção, Especial para o Estado

23 Maio 2014 | 13h08

GOIÂNIA - Duas pessoas já foram presas em Goiás na manhã desta sexta-feira, 23, de um total de cinco que têm mandados de prisão preventiva, sendo outros cinco mandados em outros Estados, durante a Operação Águas Profundas, deflagrada pela Polícia Federal e pela Receita Federal em sete Estados. A operação visa desarticular uma quadrilha especializada em tráfico internacional de drogas que seria dona até de um hotel, o Ideali Hotel, em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Os bens são avaliados em mais de R$ 100 milhões.

Outra prisão já confirmada ocorreu em Santos, no litoral paulista. A PF informou que a operação teve como base Goiânia porque tudo indica que os líderes residam em Goiás. Os nomes não foram revelados. Na carceragem da PF na capital goiana, estão reservadas cinco celas para o cumprimento dos mandados no Estado. Ao todo, serão cumpridos 10 mandados de prisão.

Os agentes também estão cumprindo 28 mandados de condução coercitiva e 47 mandados de busca e apreensão nas cidades de Aparecida de Goiânia, Goiatuba e Rio Verde, as três em Goiás; Guarujá, Ribeirão Preto, Bertioga, São Paulo, Campinas e Santos, em São Paulo; Belém e Icoaraci, no Pará; Londrina, no Paraná; Belo Horizonte, em Minas Gerais; São José do Xingu, no Mato Grosso; e Itajaí, em Santa Catarina.

Segundo a PF, algumas pessoas que não tinham mandado de prisão acabaram presas em flagrante com drogas e armas. Participam da operação 250 policiais federais e 25 servidores da Receita Federal.

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