Polícia Federal quer acelerar investigação

A Polícia Federal acionou a Diretoria de Inteligência para acelerar as investigações sobre o vazamento de dados fiscais de tucanos. O ponto de partida é o computador da servidora Adeildda dos Santos, da agência da Receita em Mauá (SP), onde foi detectada a maioria dos acessos que atingiram o vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, a filha e o genro de José Serra.

Vannildo Mendes, O Estado de S.Paulo

09 de setembro de 2010 | 00h00

A PF já interrogou 16 pessoas, entre testemunhas e suspeitos. Mas o foco do inquérito será centrado na prova técnica, a ser produzida com perícias, análises de documentos, cruzamentos de dados e elementos colhidos com o auxílio da Inteligência.

A análise do HD de Adeildda, apreendido na semana passada, resultou nos primeiros laudos, que estão sendo fechados. Também serão checadas todas as ligações feitas e recebidas - entre agosto e dezembro de 2009 - pela servidora no celular e nas linhas residencial e de trabalho.

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