Polícia investiga morte de homem em elevador de hospital

A polícia abriu inquérito para apurar as circunstâncias da morte do pastor Paulo Alves Feitosa, de 59 anos, que, segundo a família, teria sofrido um enfarte ontem quando o elevador do Hospital Miguel Couto, na zona sul, enguiçou e ficou parado por dez minutos. Ele havia chegado ao hospital no domingo com insuficiência respiratória.Os parentes de Feitosa deram queixa na 14ª DP (Leblon) por negligência e imperícia. A direção do hospital confirma que o paciente ficou preso no elevador, mas nega que ele tenha morrido ali.Feitosa estava sendo transferido da enfermaria para a emergência quando ocorreu o incidente, por volta de 14 horas. O hospital informou que vai abrir uma sindicância para investigar o caso.A família do pastor diz que ele morreu dentro do elevador, onde estava com a nora, Ana Lúcia de Oliveira Feitosa, e uma enfermeira. "Isso é recorrente (quebra do equipamento). Ele (pastor) ficou gritando e morreu dentro do elevador", disse um parente da vítima.O diretor do Miguel Couto, Edson Paixão, nega o fato. "Houve uma parada de dez minutos do elevador, mas o paciente não morreu dentro dele e sim uma hora depois, na emergência. Ele chegou ali com o mesmo quadro que apresentava na enfermaria", garantiu o diretor.

Agencia Estado,

14 de setembro de 2004 | 17h05

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