Polícia investiga rede de telefones em MS

Codinomes e anotações escritas em árabe são o quebra-cabeça que policiais federais e civis estão tentando resolver, envolvendo as duas centrais telefônicas clandestinas descobertas na semana passada. A delegada titular do Grupo Armado de Repressão a Roubo, Assalto e Seqüestro (Garras) da Polícia Civil, Sidnéia Tobias, disse nesta segunda-feira que o caso está cada vez mais complicado. Ela recebeu apoio dos técnicos da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), também interessados na questão. E ouviu Michele Oliveira Teixeira e Derci Dias Leite, que trabalharam como telefonistas nas centrais clandestinas.Três acusados estão presos. Sidnéia disse que eles afirmam que só queriam ganhar dinheiro.

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