Informação para você ler, ouvir, assistir, dialogar e compartilhar!
Tenha acesso ilimitado
por R$0,30/dia!
(no plano anual de R$ 99,90)
R$ 0,30/DIA ASSINAR
No plano anual de R$ 99,90

Polícia investiga suposto plano das Farc para libertar Beira-Mar

A polícia do Rio investiga asuposta presença de um guerrilheiro das Farc em favelas dacidade. Ele estaria planejando a libertação do traficanteLuiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar. Segundo a polícia, o dinheiro para aoperação viria de assaltos a bancos e carros-fortes, e também seriausado para subornar agentes penitenciários. O plano foi descoberto por policiais infiltrados emfavelas da zona norte. Há 20dias eles descobriram que traficantes estavam esperando achegada de um guerrilheiro colombiano, especialista em operaçõesde resgate. A missão deste guerrilheiro seria organizar a libertaçãode Fernandinho Beira-Mar, que ocupa uma cela na penitenciária Bangu1. No ano passado, Beira-Mar foi preso na selvacolombiana.Enquanto estava foragido da justiça brasileira, Beira-Mar foi protegido pelasForças Armadas Revolucionárias da Colômbia. O serviço de inteligência da secretariade Segurança do Rio avisou a polícia que colombiano poderia estar circulando por diversasfavelas ligadas ao Comando Vermelho, a facção criminosa de Beira-Mar. A análise dasúltimas ações do crime organizado reforça a suspeita. Houve umaumento dos roubos a bancos e a carros-fortes no Rio de Janeiro.Os traficantes estariam tentando levantar R$ 2 milhões parafinanciar a operação de libertação de Fernandinho Beira-Mar. Um assalto no início deste mês chamou a atenção dapolícia. Quinze homens armados com fuzis roubaram R$ 1 milhão dedois carros-fortes numa pequena estrada no sul do estado do Rio. De acordo com o serviço de inteligência do Estado, o dinheiroarrecadado para a libertação de Beira-Mar teria outra finalidade, além da compra de armas. Ele poderia ser usado para mobilizarpessoal, mão-de-obra para executar a ação e até possivelmenteuma tentativa de suburno de funcionários do Estado que pudessefacilitar esta fuga.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.