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Polícia não retrocederá, diz Alckmin sobre ataques do PCC

O ex-governador Geraldo Alckmin, candidato do PSDB à Presidência da República, teve de interromper atividades de campanha na Bahia para comentar a onda de ataques desferida pela facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) contra a polícia paulista. Alckmin afirmou que o governo de São Paulo tem sido e vai continuar sendo duro com o crime organizado, mas avaliou que, no Brasil, os recursos aplicados em segurança pública são insuficientes."A polícia estadual não retrocederá um milímetro nesse enfrentamento", disse, à saída de um encontro com políticos locais no Clube dos Diretores Lojistas de Feira de Santana, a segunda maior cidade da Bahia. "Para isso, São Paulo construiu penitenciárias de segurança máxima. Exatamente para isolar os líderes dessas organizações criminosas. É óbvio que esses ataques são uma reação à ação firme do governo paulista e ao trabalho da polícia de enfrentar o crime organizado."Um repórter perguntou se o governo federal tinha responsabilidade na crise por investir pouco dinheiro na área de segurança. "Não quero entrar nessa questão, de saber se o culpado é o Estado ou o governo federal. É hora de estarmos unidos", respondeu o candidato. "Mas é óbvio que os recursos para a área de segurança têm sido muito aquém da necessidade, não apenas em São Paulo, mas no Brasil todo."O ex-governador lamentou a morte de policiais. "Manifesto nossa total solidariedade às famílias dos policiais e dos guardas metropolitanos", declarou, antes de falar sobre seu sucessor no governo do Estado. "Nosso sentimento é a confiança no trabalho do governador Cláudio Lembo. O governo de São Paulo sempre tem agido com firmeza. Eu, quando era governador, cheguei a enfrentar 29 rebeliões simultâneas."

Agencia Estado,

13 de maio de 2006 | 12h56

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