Polícia não sabe quem matou diretor da prisão de Mongaguá

A Polícia Civil de Praia Grande não tinha pistas do assassino do diretor de Operações do Presídio Semi-Aberto de Mongaguá, José Roberto Cardoso, de 38 anos, morto na noite de sábado, em sua residência, no Jardim Samambaia. O policial assistia televisão na sala junto com a mulher, os dois filhos e a mãe, quando uma pessoa parou a bicicleta no portão da casa e o chamou pelo nome. Em seguida, José Roberto levou cinco tiros. Ele foi atendido na Santa Casa do município, mas não resistiu aos ferimentos.Apesar de o Jardim Samambaia ser considerado um bairro violento, a família da vítima acredita que o crime está vinculado ao trabalho do diretor de operações, que era um homem enérgico e tinha a incumbência de promover a reintegração dos presos à sociedade. Ele atuava no Presídio Rubens Aleixo Sendim, um estabelecimento de regime semi-aberto, há 12 anos. Seus colegas de trabalho acreditam que ele foi vítima de represália por parte de algum preso descontente.

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