Wilton Junior/Estadão
Wilton Junior/Estadão

Polícia procura corpo de Amarildo em represas da Favela da Rocinha

Cães farejadores e mergulhadores do Corpo de Bombeiros participam da busca; dez PMs estão presos pela morte do pedreiro, desparecido desde 14 de julho

Marcelo Gomes, O Estado de São Paulo

11 Outubro 2013 | 11h16

RIO - Cerca de 30 policiais da Divisão de Homicídios, com auxílio de 40 bombeiros, realizam na manhã desta sexta-feira, 11, buscas pelos restos mortais do pedreiro Amarildo de Souza, de 43 anos, em represas na parte alta da Favela da Rocinha, no Rio. Cães farejadores e mergulhadores do Corpo de Bombeiros participam da busca.

 

Os trabalhos começaram por volta das 10 horas, na represa do Laboriaux. A represa, com seis metros de profundidade, foi esvaziada há dois dias, a pedido da Polícia Civil. O trabalho no local foi suspenso, após uma hora de busca. Os policiais e bombeiros seguem agora para uma segunda represa, localizada na Dioneia. As duas represas foram citadas por testemunhas do inquérito da Divisão de Homicídios como possíveis locais de ocultação do cadáver do Amarildo.

O pedreiro está desaparecido desde a noite de 14 de julho, quando foi conduzido por PMs de sua casa, na Rua Dois, à sede da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), no Portão Vermelho. Dez policiais da UPP da Rocinha estão presos preventivamente há uma semana, acusados de tortura seguida de morte e ocultação do cadáver de Amarildo.

Mais conteúdo sobre:
caso Amarildo Amarildo Rio

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.