Policial depõe sobre tiroteio com seqüestrador

O policial Reginaldo Nardis negou a existência de uma quinta pessoa durante tiroteio, num flat em Barueri, na tentativa de prender Fernando Dutra Pinto, acusado de ser o mentor do seqüestro de Patrícia Abravanel e que manteve como refém o pai dela, o empresário e apresentador Silvio Santos. Nardis prestou depoimento, que durou uma hora e 40 minutos, ao delegado Carlos Alberto Sato, titular da 2a. Delegacia da Divisão de Homicídios. O laudo da perícia técnica apontou a existência de cinco tipos de sangue na área onde ocorreu o tiroteio.A ação policial resultou na morte de dois investigadores do 91o. Distrito Policial do Ceasa, na capital, e na fuga de Dutra Pinto, que no dia seguinte tomou Silvio Santos como refém, antes de se entregar às autoridades.Reginaldo Nardis garantiu ao delegado que, no local da troca de tiros, só estavam quatro pessoas: ele próprio, os dois colegas que morreram e o seqüestrador. Segundo o policial, se essa quinta pessoa existisse, ela seria seu álibi. A reconstituição dos fatos deve acontecer ainda esta semana.

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