Policial participou do caso de "Chico Picadinho"

Ao ver o corpo de Maria do Carmo Alves, o delegado Italo Miranda Júnior lembrou-se de um crime idêntico, que apurou em 1976, quando era investigador de polícia no centro de São Paulo. Miranda participou da prisão de Francisco Costa Rocha, o "Chico Picadinho", que esquartejou duas mulheres em 1966 e 1976.?Ele tinha matado e esquartejado a primeira, uma bailarina, e ficou na cadeia até 1974. Dois anos depois matou uma prostituta por esquartejamento, igual à morte praticada pelo médico.?O policial trabalhava no 3º Distrito, na equipe do delegado Sérgio Garcia dos Santos, e foi para o Rio prender "Chico Picadinho" em Duque de Caxias, 13 dias depois do assassinato. ?É igual. Jamais pensei que tantos anos depois eu participaria da investigação de um crime nas mesmas condições.?"Chico Picadinho" continua preso, apesar da tentativa de advogados e do Ministério Público de libertá-lo pelo fato de ter cumprido a pena máxima do sistema legal brasileiro, de 30 anos.

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