Policial que algemou e assassinou namorada morre em Curitiba

Napoleão Seki Júnior tinha uma bala alojada no cérebro; Napoleão Seki Júnior já respondia a dois processos administrativos motivados por desvio de conduta, porte ilegal de armas e briga com vizinhos

Julio Cesar Lima, Especial para o Estado

02 Maio 2014 | 15h25

CURITIBA  – O policial civil Napoleão Seki Júnior, de 36 anos, que na última semana assassinou com quatro tiros a namorada após algemá-la, em Curitiba, morreu no final da tarde dessa quinta-feira,1º. Ele, que também tentou se matar, passou por cirurgia e ficou internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Cajuru, na capital paranaense.

Seki Júnior estava com sua prisão decretada pelo homicídio e quatro policiais mantinham guarda no hospital para leva-lo para o presídio. Depois de ter assassinado a namorada, ele tentou se matar com um tiro que perfurou o maxilar e atingiu o olho esquerdo. O projétil ficou alojado na cabeça de Seki Júnior.

Os dois começaram a namorar há um ano, mas viviam uma relação conturbada, de acordo com familiares. Apesar disso, o casal passou a morar juntos havia uma semana e Paola, que era estudante de Química na Universidade Federal do Paraná (UFPR), tinha um filho de um ano e três meses de uma relação anterior.

Um dia após o crime, a Polícia Civil informou que Napoleão estava afastado dos serviços na rua, pois respondia por dois processos administrativos motivados por desvio de conduta, por porte ilegal de arma em Mauá, no interior de São Paulo e por brigas com vizinhos. Ele trabalhava na área administrativa da Secretaria de Segurança Pública paranaense.

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