Polinter da zona portuária é desativada no Rio

Palco de fugas cinematográficas, casos de corrupção de agentes e constante superlotação, a carceragem da Polinter da zona portuária foi finalmente desativada hoje. Os cubículos, com capacidade máxima de 400 presos, mas que receberam até 1.200 homens, foram lavados para um ato simbólico, com a presença do secretário de Segurança, Marcelo Itagiba, e o de Administração Penitenciária, Astério Pereira dos Santos, pela manhã. "É um alívio. Essa carceragem era motivo de tensão constante", afirmou o chefe de Polícia, Álvaro Lins, que guardou um cadeado "de recordação".Para transferir os 1.200 presos, a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) transformou um hospital em presídio provisório e esvaziou a Casa de Custódia de Magé, antes ocupadas por mulheres, que foram transferidas para dois presídios femininos no Rio. Outros, já condenados, foram levados para o Presídio de Água Santa.

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