Português admite ter premeditado seqüestro

"Todos eles aceitaram. Todos eles combinaram. Todos eles quiseram receber da melhor forma. Todos eles deram idéias", disse no final da tarde de hoje Luís Miguel Militão Guerreiro, em entrevista concedida à TV Verdes Mares, no Ceará. Ele confessou, durante a entrevista, ter premeditado o seqüestro com antecedência de 30 dias, juntamente com dois cunhados e os seguranças. Mas continua negando ter dado ordem para matar os seis portugueses, contradizendo as informações prestadas pelos seguranças implicados na chacina. O cunhado Manuel Lourenço Cavalcante, conhecido como "Cláudio", permanece foragido. O juiz de plantão da 3ª vara, do Fórum Clóvis Beviláqua, José Castro Andrade de Barros, decretou hoje a prisão temporária dos envolvidos para que sejam garantidas as investigações, que deverão ser concluídas, informou ele, no prazo de 30 dias podendo ser prorrogado por mais 30.

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