Poucos protagonistas e muitos coadjuvantes

BRASIL1

, O Estado de S.Paulo

24 de agosto de 2010 | 00h00

A relação entre os partidos que lideram coligações e as legendas aliadas é sempre instável, especialmente nos momentos de crise. Na campanha tucana, amigos de José Serra não se importam com as reclamações de excesso de centralização. Insistem que decisões sobre possíveis mudanças de rumo, para enfrentar o péssimo resultado das pesquisas, devem continuar a ser tomadas exclusivamente pelo "núcleo duro". Coordenador da campanha, o presidente do PSDB, Sérgio Guerra (foto), adotou desde o início um estilo aberto ao diálogo, mas o acesso dos aliados ao próprio Serra sempre foi - e continuará a ser - muito restrito. Na campanha de Dilma Rousseff, a euforia com a possível vitória no primeiro turno ofusca as insatisfações. Mesmo assim, aliados que não são do PMDB se sentem coadjuvantes na disputa.

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