Prédio da ABL é desocupado por causa de ameaça de bomba

O prédio da Academia Brasileira de Letras (ABL) e o anexo, de 29 andares, no centro do Rio, tiveram de ser desocupados por causa de uma ameaça de bomba. Três mil funcionários tiveram de deixar os escritórios do edifício Austregésilo de Athayde, anexo à ABL, no início da tarde, depois que a polícia avisou à administração do prédio que havia uma ameaça de bomba. Nada foi encontrado e todos retornaram aos seus postos de trabalho cerca de uma hora depois.A assessora da presidência do Dresdner Bank, Lúcia Sanson, que estava em Nova York até a véspera do atentado terrorista, ficou assustada. "Já havíamos passado por três simulações de emergência e, mesmo assim, a segurança do prédio falhou. O alarme não foi acionado", contou Lúcia, que trabalha no 17º andar. O corretor Carlos Henrique Monteiro Filho, de 39 anos, que trabalha no 24º pavimento, disse que todos desceram ordenadamente pela escada de emergência. "Não usamos os elevadores por precaução. Não podemos arriscar."

Agencia Estado,

25 de setembro de 2001 | 18h21

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