Prefeitura do Rio de Janeiro/Divulgação
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Prédio da antiga 'Revista Manchete' é demolido no Rio

Edifício onde funcionava a Editora Bloch foi abandonado há 12 anos; de acordo com a prefeitura, terreno vai abrigar um novo empreendimento do programa 'Minha Casa, Minha Vida'

Gheisa Lessa, Central de Notícias,

10 Novembro 2012 | 11h11

O prédio da Editora Bloch, onde funcionava a extinta 'Revista Manchete', foi implodido pela Prefeitura do Rio de Janeiro na manhã deste sábado, 10. A construção estava na Rua Frei Caneca, no Estácio, bairro da região central da capital fluminense. O prédio foi abandonado há 12 anos, de acordo com a prefeitura. Cerca de 132 famílias sem-teto ocupavam os sete andares do edifício e precisaram ser reassentadas. No terreno será construído um empreendimento do programa 'Minha Casa, Minha Vida', do Governo Federal.

 

A implosão aconteceu por volta das 7h deste sábado. Para a demolição, a Defesa Civil emitiu um comunicado aos moradores da região que - num raio de 150 metros -, precisaram desocupar a área com até uma hora de antecedência como medida preventiva, afirma a prefeitura do Rio.

 

Ruas do bairro foram interditadas durante o processo. A partir das 5h, um trecho da Rua Frei Caneca, entre as ruas São Carlos e a Viscondessa de Piraçinunga, ficou fechado. Outro trecho, entre as ruas Néri Pinheiro e Correia Vasquez também teve bloqueio.

 

Por volta das 10h deste sábado, a região não registrava nenhuma interdição. As 132 famílias que ocupavam o prédio foram reassentadas pela Secretaria Municipal de Habitação (SMH), de acordo com a prefeitura.

 

Minha Casa, Minha Vida. No terreno, será construída uma edificação do programa 'Minha Casa, Minha Vida', com valor total estimado em R$ 8,265 milhões, para famílias de baixa renda. O projeto do Governo Federal é financiado pela Caixa Econômica Federal. O empreendimento terá 91 apartamentos de dois e três quartos em dois blocos, de acordo com a Secretaria Municipal de Habitação.

 

A obra ainda está em fase de licenciamento na Secretaria Municipal de Urbanismo (SMU). Assim que aprovada, haverá um chamamento público para definir a empresa deve construir os imóveis.

 

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