Prefeito diz que administração deixou de se omitir

O prefeito de Ouro Preto, Ângelo Oswaldo (PMDB), reivindica o reconhecimento das ações de sua gestão, com o argumento de que a administração deixou de ser omissa em relação ao patrimônio histórico e cultural. Segundo o secretário de Patrimônio e Desenvolvimento Urbano, Gabriel Simões Gobbi, em menos de três anos e meio foram investidos cerca de R$ 25 milhões por meio do Programa Monumenta, da iniciativa privada e via Lei de Incentivo à Cultura, além de recursos da prefeitura, aplicados na criação de parques de proteção, recuperação e restauração de imóveis. "A noção de patrimônio não é uma noção de congelamento, de inércia. É a busca da disciplina."Sobre a descaracterização paisagística da cidade, o prefeito diz que está sendo conduzido "grande programa habitacional" para descentralizar a ocupação na área urbana. "Estamos construindo conjuntos habitacionais em quatro distritos." Sobre o trânsito no centro histórico, Gobbi considera o acordo com o Ministério Público "um grande avanço". O secretário diz que há estudo para instalação de rede de hidrantes em conjunto com projeto de saneamento já iniciado com recursos do Ministério das Cidades. A prefeitura também quer ampliar a valorização da cultura local além do conjunto barroco. Em abril, a produção de doces no distrito de São Bartolomeu recebeu o título de Patrimônio Cultural de Ouro Preto - é o primeiro bem imaterial do município.

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