Prejuízo ao meio ambiente

Sou proprietário de uma residência no Condomínio Veleiros de Ibiúna, na cidade de Ibiúna, São Paulo. Ao realizar a "limpeza" de uma viela que passa ao lado do meu terreno, a administração do condomínio, além de podar indevidamente várias árvores e plantas que estavam dentro da minha propriedade, também cortou a meio caule e mutilou uma árvore nativa da mata atlântica, que tinha cerca de 20 anos e 20 metros de altura. Os seus galhos não impediam a passagem dos transeuntes. Considero esse ato truculento um desrespeito e uma agressão injustificáveis ao meio ambiente. Ações desse tipo devem ser denunciadas pela sociedade e os responsáveis, punidos. JOÃO JOSÉ ARAES R. PEREZ São Paulo A prefeitura da Estância Turística de Ibiúna informa que o morador entrou em contato com a Secretaria do Meio Ambiente de Ibiúna e foi informado de que deveria ligar para a Polícia Ambiental - regional de Sorocaba -, responsável por punir os infratores. Como em Ibiúna ainda não existe um Fundo Municipal do Meio Ambiente, a secretaria disse que, no momento, a medida mais eficaz a ser tomada é orientar a administração do condomínio para que atitudes como essa não ocorram mais. O leitor comenta: A impunidade ali rola livre e solta. Isso quer dizer que, na área urbana do município de Ibiúna (que abrange condomínios distantes), nada ocorre quanto ao corte indiscriminado de árvores nativas. A Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, assim como o Ibama, também se exime e joga a responsabilidade para a prefeitura de Ibiúna. Esse é o triste panorama. Direito de escolha Em 3 de agosto, às 9h06, estava na plataforma da Estação Sumaré do Metrô (sentido Paraíso) e lá fiquei esperando o trem até 9h35, sem nenhuma informação ou instrução dos funcionários. O Metrô deveria avisar os passageiros sobre os problemas de atraso antes de eles passarem pela catraca, para que possam decidir se esperam o trem ou se irão ao seu destino em outro meio de transporte. Só obtive informação quando perguntei a um funcionário, que disse que tínhamos de mudar de plataforma, pois um trem seria rebocado pelos trilhos. Como a Prefeitura quer deslocar os passageiros dos fretados para o transporte coletivo, se o Metrô, que teoricamente é o meio de transporte mais organizado, trata seu usuário com tanto desdém? SUELI M. RICARELI São Paulo A Assessoria de Imprensa da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) informa que no dia citado pela leitora um trem da Linha 2-Verde apresentou problema no sistema de tração ao sair da Estação Vila Madalena. Os trens da Linha Verde circularam por 38 minutos com restrição de velocidade. As medidas tomadas pela companhia nessa ocasião foram similares às adotadas em todos os casos da mesma natureza, liberando comunicados da ocorrência por meio de avisos sonoros. Os agentes de plataforma das estações afetadas informaram diretamente sobre o problema aos usuários. A leitora contesta: Não é verdade. Só anunciaram após 30 minutos de espera. Meu questionamento é o motivo que leva o Metrô a deixar o passageiro passar pela catraca sem ser informado do atraso. Transporte de qualidade Como usuária de fretado há mais de 20 anos, escrevo-lhes para registrar minha indignação contra o enorme problema que a Prefeitura criou para milhares de usuários desse meio de transporte. As mudanças foram criadas sem levar em conta que o sistema metroviário não atende todos os bairros; os trens da CPTM não chegam aos principais pontos da cidade; e os ônibus da SPTrans também não prestam serviços de qualidade nem entre os principais bairros. Ninguém analisou se as pessoas vão ter de gastar mais em troca da falta de: conforto, pontualidade, limpeza e segurança. Os usuários residentes em São Paulo ou os que moram em cidades do interior do Estado e que trabalham na capital merecem respeito e solidariedade das autoridades. MARIA APPARECIDA BARRANCO São Paulo Flagra Vi um funcionário da CET dirigindo e falando ao celular no dia 6 de agosto na Rua Peixoto Gomide com a Avenida Paulista. Tirei uma foto. Olha que bom exemplo! LUIZ PEREIRA BARRETTO São Paulo Adele Nabhan, do Departamento de Imprensa da CET, informa que o funcionário foi identificado e, novamente, orientado sobre a obrigatoriedade de obedecer às regras estabelecidas pelo Código de Trânsito Brasileiro.

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