José Patrício/Estadão
José Patrício/Estadão

Presença de Alckmin em Aparecida é marcada por forte esquema de segurança

Durante a permanência do governador no santuário nesta manhã, havia militares até no subsolo da igreja próximos ao auditório; cena não é habitual nesse tipo de celebração

Gerson Monteiro, Especial para O Estado de S. Paulo

12 Outubro 2013 | 13h28

Durante toda a permanência do governador Geraldo Alckmin no Santuário Nacional de Aparecida na manhã deste sábado, 12, nas celebrações da Festa da Padroeira, a presença de seguranças pessoais foi constante.

Na missa solene, com a participação de outros políticos, policiais militares ajudaram a segurança patrimonial da igreja a fechar os acessos ao altar principal. Alguns militares acompanharam a celebração munidos de máquinas fotográficas com foco no registro dos fiéis que circundavam o altar.

De acordo com o governador, ele chegou a pedir ao responsável pelo policiamento para que eles deixassem o espaço, mas foi informado pelo oficial que o pedido de reforço policial foi uma solicitação da igreja.

Esta semana o Estado revelou escutas telefônicas de criminosos que pediam a morte de Alckmin. "Nós não pretendemos fazer nenhuma mudança em termos de segurança pessoal", respondeu ao questionamento da imprensa sobre a mudança de rotina.

A imagem chamou a atenção. Durante a coletiva de imprensa havia militares até no subsolo da igreja próximos ao auditório. A cena não é habitual no 12 de outubro em Aparecida.

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