Presidente da Infraero diz que malha aérea foi `para o espaço´

Vôo de José Carlos Pereira atrasa três horas e ele chega fora do horário no Rio

Agencia Estado

02 Julho 2007 | 19h17

O presidente da Infraero, brigadeiro José Carlos Pereira, disse no começo da tarde desta segunda-feira, 2, no aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, que neste fim de semana "a malha aérea do País inteiro foi para o espaço" e o efeito perdura até agora. Pereira atribuiu o problema "a um fenômeno meteorológico incrível" que fechou o aeroporto de Viracopos, em Campinas, para onde tinham sido desviados todos os vôos do Estado de São Paulo. De acordo com ele, as medidas da Aeronáutica foram eficazes e o "controle aéreo está controlado". O presidente da Infraero afirmou também que as duas pistas do aeroporto de Congonhas ficaram operacionais. "É uma questão agora de acertar a malha aérea e fazer o plano aeroviário, que o Brasil não tem". Segundo o brigadeiro, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) já está conduzindo esse processo. "Acredito que em pouco tempo a gente tenha um plano elaborado", disse. Pan "Com relação ao Pan e às férias de inverno, não tenho muito receio", complementou o presidente da Infraero, estatal responsável pelas operações de todos os aeroportos do País. Pereira revelou, no entanto, que o seu vôo que ia decolar às 7 horas em Porto Velho (Rondônia), atrasou 3 horas e decolou só às 10hs. "Eu cheguei atrasado", disse ele, referindo-se a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao novo terminal de embarque do aeroporto Santos Dumont. "O único vôo que atrasou três horas foi o meu", contou. O brigadeiro afirmou ter sofrido como todos os outros passageiros e apenas riu quando perguntado pelos repórteres se ele relaxou e gozou, como sugeriu a ministra do Turismo, Marta Suplicy, em declarações à imprensa há algumas semanas.

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