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Presidente do CCJ será relator de proposta que libera vaquejada

Prática foi considerada ilegal pelo Supremo Tribunal Federal; senadores querem tramitação breve para a matéria

Isabela Bonfim, O Estado de S. Paulo

04 Novembro 2016 | 17h32

BRASÍLIA - Determinados a fazer uma tramitação breve, senadores apoiaram o nome de José Maranhão (PMDB-PB) para a relatoria da proposta que busca legalizar a vaquejada. O senador é o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), único colegiado por onde a matéria precisa passar antes de ir a plenário.

Após aprovarem às pressas projeto de lei que eleva a vaquejada e o rodeio à categoria de manifestação cultural nacional, os senadores trabalham agora em uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para regulamentar de vez a prática que foi considerada ilegal pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no mês passado. Como presidente da comissão, Maranhão tem o poder de definir a pauta, o que pode facilitar ainda mais para um projeto de seu interesse.

Para o autor da PEC, Otto Alencar (PSD-BA), a legalização precisa ser urgente. "Isso é coisa de urgência. Quem vende o churrasquinho na vaquejada já está desempregado. Quem trabalha no hotel também está desempregado. Já tem gente com prejuízo de vaquejada que foi cancelada. E o vaqueiro não faz outra coisa da vida, não tem outro emprego", argumenta o senador. (Isabela Bonfim)

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