Presos 28 suspeitos de integrarem ações do PCC

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo já prendeu 28 suspeitos de participação na terceira onda de ataques arquitetados pelo Primeiro Comando da Capital (PCC), iniciada na segunda-feira. O balanço foi divulgado no início da noite desta terça-feira, pelo coronel Elizeu Éclair Teixeira Borges, comandante-geral da Polícia Militar. Ao todo, 144 locais foram atingidos no Estado, entre eles agências bancárias, postos de combustíveis e ônibus.O último balanço apresentado pelo comando da PM dava conta de cinco suspeitos mortos, dos quais quatro pela Polícia Militar e um pela Guarda Municipal de Cotia, acrescenta a nota.Ainda de acordo com as informações da secretaria, dos 28 suspeitos presos, 18 têm ficha criminal. Destes, 12 possuiriam antecedentes de ações ligadas ao PCC.Ações no interiorNo segundo dia de ataques do PCC, a onda de violência se intensificou pelo interior de São Paulo. Segundo o comandante-geral da PM, o clima também acabou incentivando a ação de vândalos.No Vale do Paraíba, 13 tiros foram disparados contra uma agência bancária e o posto dos Correios da pequena cidade de Potim. Ninguém ficou ferido.A região de Sorocaba também foi alvo: tiros foram disparados contra o 11º Distrito Policial da cidade; homens atiraram tijolos e lançaram uma garrafa com gasolina contra a residência de um agente penitenciário, no bairro Mineirão; dois coquetéis molotov foram lançados no estacionamento da empresa de transporte coletivo, mas os veículos não foram atingidos; e um ônibus foi incendiado em Ibiúna.Araraquara, Ribeirão Preto, Franca, São Carlos e Bebedouro também sofreram ataques a ônibus ou a agências bancárias. Em Sumaré, a Câmara Municipal foi atingida.Na Baixada Santista, um ônibus foi incendiado na periferia de São Vicente. Dois rapazes armados, entraram no veículo e determinaram que todos abandonassem o ônibus. Em seguida, atearam fogo ao veículo.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.