Chico Batata/AFP
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Presos fazem 7 agentes reféns em rebelião em presídio de Manaus

Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), informou que rebelião teve início por volta das 6 horas e não há informações sobre mortos

Bruno Tadeu, especial para o Estado

02 de maio de 2020 | 11h25
Atualizado 02 de maio de 2020 | 16h31

MANAUS - Sete agentes penitenciários foram feitos reféns por detentos na Unidade Prisional do Puraquequara (UPP), em Manaus, na manhã deste sábado, 2. Segundo a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), a rebelião teve início por volta das 7 horas (horário de Brasília) e não há informações sobre mortos.

A pasta informou que a rebelião começou durante a entrega do café da manhã, quando internos serraram a grade de duas celas e fizeram os agentes de socialização reféns. Os presos atearam fogo em colchões e, de fora da unidade, era possível visualizar a fumaça intensa e ouvir gritos. 

"O Grupo de Intervenção Penitenciária (GIP) e forças de segurança da Polícia Militar do Amazonas (PMAM) - Rocam, Coe, Batalhão de Choque, Companhia de Cães - estão no local e já iniciaram as negociações", disse a secretaria.

De acordo com a Seap, os agentes ainda não foram liberados pelos detentos, que "exigem a presença da imprensa e dos direitos humanos".

Os agentes ainda investigam a causa do motim. Desde 16 de março deste ano, quando o Governo do Amazonas baixou o primeiro decreto de ações de combate ao novo coronavírus, a administração penitenciária adotou medidas que ampliam as limitações nos presídios, como a suspensão de visitas. 

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