Presos PMs acusados de matar bombeiro envolvido com bicheiro no Rio

Ao todo, sete foram presos sob suspeitas de envolvimento na morte do agente, que seria chefe de segurança de Rogério Andrade

Solange Spigliatti, Central de Notícias

31 Março 2011 | 13h22

SÃO PAULO - Sete pessoas foram presas na manhã desta quinta-feira, 31, acusados de participar do assassinato do bombeiro Antônio Carlos Macedo, no fim de 2010, na Praia da Reserva, no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio. O agente assassinado seria chefe da segurança do bicheiro Rogério Costa Andrade. Os suspeitos detidos são um ex-policial militar, outros cinco PMs e um policial civil.

 

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Terceiro sargento do Corpo de Bombeiros, Macedo, de 40 anos, foi morto na manhã do dia 10 de novembro. Ele teria sido abordado por um grupo de homens que estava em um veículo na Avenida Lúcio Costa. Ao se aproximarem, dispararam com um fuzil contra o bombeiro, que morreu no local. Em seguida, o bando ateou fogo no veículo, fugindo em outro carro.

 

Macedo respondia em liberdade pelo crime de formação de quadrilha por estar envolvido com o contraventor Rogério Andrade. A operação teve participação de agentes da Divisão de Homicídios (DH) e o apoio da corregedoria da Polícia Civil.

 

Baixada Fluminense. Também nesta quinta, policiais da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) prenderam Roberto Berko de Araújo, o Betão, de 29 anos. Ele é considerado um dos maiores líderes de milícia no Estado do Rio de Janeiro.

 

Segundo a polícia, contra ele havia três mandados de prisão pelo crime de homicídio. Betão tem ligação com a milícia Águia de Mirra e possui um escritório de agiotagem. Ele responde a 34 inquéritos na 54ª Delegacia de Polícia, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense.

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