Prisão de advogados ligados ao PCC é prorrogada por 5 dias

A Polícia Civil de Presidente Prudente conclui na terça-feira inquérito sobre a prisão dos advogados Eduardo Diamante, Libânia Catarina Fernandes Costa e Valéria Dommous, presos na quarta-feira, acusados de colaborar com o Primeiro Comando da Capital (PCC). Nesta segunda-feira, a polícia conseguiu na Justiça prorrogar por mais cinco dias a prisão temporária e, segundo o delegado seccional de Presidente Prudente, Marcos Mourão, a expectativa é de que os três tenham prisão preventiva decretada nos próximos dias.Segundo Mourão, o pedido de preventiva deve ser feito pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado de São Paulo (Gaeco), após receber o inquérito da juíza Luciana Leal. Nas peças do inquérito estão documentos, cartas de presos e arquivos de computadores apreendidos na operação. "São provas que justificam o pedido de preventiva." No fim de semana, os três advogados foram de novo ouvidos pela polícia. O único que não confessou participação direta com o PCC foi Diamante. A polícia tinha dez dias para concluir o inquérito, mas, para dar mais tempo ao Gaeco, antecipou o prazo.

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