Prisões não tiram campanha da rua

Ruas são tomadas por trios elétricos, apoiadores com bandeiras, carros com adesivos e santinhos

Bruno Paes Manso ENVIADO ESPECIAL / MACAPÁ, O Estado de S.Paulo

13 de setembro de 2010 | 00h00

Mesmo após as prisões de sexta-feira passada, a disputa eleitoral continua animada. No sábado à noite, ruas foram tomadas por trios elétricos, apoiadores com bandeiras, carros com adesivos e santinhos. O Estado, apesar de pobre, tem campanhas dispendiosas. Com cerca de 30 mil funcionários públicos, o Amapá tem a chamada "economia do contracheque" por ser dependente do dinheiro do Estado. Na TV, candidatos abordaram o escândalo. Em inserções, o presidente Lula continua apoiando Waldez Góes (PDT), ex-governador e candidato ao Senado, que está preso. O programa do governador e candidato à reeleição, Pedro Dias (PP), também preso, diz que ele está colabora com as investigações da Polícia Federal e alega que houve "brutalidade" desnecessária.

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