Problema na tubulação de gás

No dia 13 de abril ocorreu um problema na tubulação de gás que alimenta o prédio onde moro, que prejudicou todos os moradores do prédio e da região. O conserto, solicitado à Comgás no mesmo dia, só foi concluído dois dias depois. Como se não bastasse isso, a empresa exigiu uma visita ao apartamento sem dar esclarecimentos e ainda enviou a conta de R$ 16,75 sem ter feito nada, só para verificar a estanqueidade do sistema. Quero meu dinheiro de volta, pois o problema era no sistema da Comgás e não no meu apartamento. Liguei para a empresa para reclamar e funcionários me disseram que era assim mesmo e que não havia nada a fazer.ALEXANDRE UHLIGSão PauloBete Akemi, da Ouvidoria da Comgás, informa que, em 13 de abril a equipe de emergência da empresa foi acionada para verificar a causa da falta de gás no condomínio e foi constatado que a rede interna estava com água por causa de uma intervenção realizada por terceiros num apartamento. Diz que a síndica foi orientada sobre o motivo da interrupção do fornecimento para as 179 unidades, bem como sobre a necessidade de contratar uma empresa para a remoção da água da rede interna e sobre os custos envolvidos para a religação. Informa que, após a retirada da água, a Comgás foi acionada para a liberação do gás. Para isso a equipe precisa efetuar os testes de verificação de existência de eventuais vazamentos em todas as unidades do condomínio, sendo este o motivo da cobrança do serviço. Quando a interrupção do fornecimento é decorrente de uma falha da Comgás, nenhum serviço é cobrado de nossos clientes, diz.Segurança bancária? Como todo e qualquer funcionário público do Estado de São Paulo sou obrigado a ter os meus vencimentos depositados na Nossa Caixa. No dia 23 de março, ao analisar meu extrato bancário, deparei-me com vários saques que não foram feitos por mim e, no mesmo dia, comuniquei o fato ao banco. Eles cessaram os efeitos da senha de meu cartão de débito e da internet. Solicitei ressarcimento dos prejuízos, de cerca de R$ 15 mil. Recebi a resposta do atendimento ao consumidor no início de abril de que o caso havia sido esclarecido. Mas, passados quase 30 dias, nenhuma solução foi dada. Já enviei e-mails para o atendimento ao consumidor e para a Ouvidoria, que deu um prazo de 30 dias, conforme estabelece o Banco Central. Mas já se passaram 52 dias! Será que meu direito de cidadão correntista não deve ser respeitado?NILTON VIEIRA DE MELLOSão PauloA Assessoria de Imprensa do Banco Nossa Caixa informa que as transações contestadas pelo sr. Mello foram feitas com validação do login de acesso do cliente, da senha pessoal, da assinatura eletrônica e das informações obtidas por meio da "Nossa Chave de Segurança", cartão token que oferece máxima segurança aos clientes que usam o internet banking para a realização de operações bancárias e, por esses motivos, o pedido de ressarcimento foi negado em 23 de abril. Informa que o departamento de segurança bancária da Nossa Caixa enviou correspondência ao sr. Mello informando sobre a medida tomada. A Nossa Caixa acrescenta que é impossível realizar uma transação eletrônica por meio do net banking sem a validação dos dados mencionados. Diz que o cartão "Nossa Chave de Segurança", entregue ao sr. Mello, gera diferentes senhas a cada autenticação eletrônica realizada e, quando o dispositivo foi entregue ao cliente, o banco forneceu o material que informa como ativar e utilizar o token corretamente e quais as medidas de segurança que devem ser adotadas pelo usuário.Programa de milhagemFiz vários contatos com diferentes áreas do Programa TAM Fidelidade para emitir duas passagens São Paulo-Milão usando a pontuação adquirida. O call center diz que o sistema não consegue visualizar os assentos disponíveis para o voo, uma vez que ainda não está dentro do prazo de 6 meses estabelecido para a reserva, já a TAM Viagens diz que o sistema já liberou a reserva para essas datas, mas não há assentos disponíveis.EDUARDO GOMIDESão PauloCarla Dieguez, gerente de Relações com a Imprensa da TAM Linhas Aéreas, informa que, de acordo com as regras do Programa TAM Fidelidade, o número de assentos para emissão com pontos é limitado em voos internacionais de longo curso (Europa e Estados Unidos), mas a restrição não ocorre em voos domésticos ou dentro da América do Sul, desde que seja respeitado o prazo de antecedência de sete dias. Sobre o desencontro de informações, diz que as observações do leitor ajudarão na melhora do atendimento.

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